Publicado por: Amauri Nolasco Sanches Junior e Marley Cristina Felix Rodrigues | 3 de outubro de 2015

O que é a inclusão?

O Calduceu de Hermes, o mensageiro dos deuses

O problema da inclusão – do latim (includere) que quer dizer “fechar em, inserir, rodear” de IN + CLADERE (fechar) – é que a nossa língua (vernáculo pátrio) é difícil e ao mesmo tempo, pobre e vagabunda. Pois se você quer incluir as pessoas com deficiência dentro da sociedade, temos que presumir que nós (pessoas com deficiência) estamos fora dessa sociedade, coisa que não acontece. Ou nascemos no meio do deserto do Saara? Ou nascemos no meio da floresta amazônica? Acredito que não devemos lutar por uma inclusão, mas a retomada dos nossos direitos que já são poucos, já não são atendidos, ainda sim, as pessoas confundem termos. Como vimos, o termo inclusão quer dizer inserir, mas ao mesmo tempo, inclusão também quer dizer fechar. Não é o que vimos dentro dos grupos de Facebook e afins? Redes sociais que se fecham e fazem da inclusão algo, fechado, sem possibilidade de argumentação dai não existe nem debate e nem um debate maduro. Outro aspecto é como esse debate é debatido num segmento que seus membros concorrem com eles mesmos e todos eles querem ser o líder, os “paladinos” querem lutar para promoverem seus nomes e ainda ganharem dinheiro, ainda temos que aguentar um total show de horrores porque todos querem ser “misses” e “misters” universo.
Mas quero destacar dois tipos de pessoas dentro de segmento, que a grosso modo, atrapalham todo um processo da velha geração e da intermediaria, que foi jogado ladrilha (vulgo privada) abaixo graças a esse tipo de “palhaçada” que venho observando nesses últimos tempos.
Primeiro, existe aquela pessoa que se faz de boazinha e de vitima ao mesmo tempo para comover os demais, mas que na verdade, tem uma vaidade muito monstruosa em querer sempre salientar que está ali para ser o herói ou a heroína e deixa os assuntos pessoais de lado. O nosso povo que tem uma educação medievalista – aquela que acreditam em cavaleiros que salvam as princesas – adoram esse tipo de sujeito, que finge ser pano de chão na cozinha do MacDonald (algo bem novela mexicana por causa do nosso sangue latino seboso), mas acho um tédio e de nada agrega ao segmento das pessoas com deficiência. Somos agraciados com esse tipo de pessoa que defende tal instituição, mas esse mesma instituição, não faz nada. Que na verdade os movimentos verdadeiros que são como o titã Atlas que segura o mundo, que fazem alguma coisa e isso quando esses movimentos podem fazer alguma coisa, quando esses pessoas “boazinhas” e suas instituições infalíveis, deixam fazer.
Segundo, são aquelas pessoas indiferentes que não querem saber de nada, que se puder, fazem seus blogues (ganham muito bem para isso), tem uma renda razoável fazendo qualquer porcaria e tem uma vida miserável e infeliz parado em sua casa. O que essa pessoa faz só a divindade pode saber para ter tanta paciência de não ser absolutamente, nada. É aquele tipo de pessoa que se o Holocausto fosse hoje, a Gestapo batesse em sua porta, ele iria atender rindo e seria morto com um sorriso nos lábios de tanta alienação tem na cabeça desse sujeito.
Parafraseando o filósofo Pondé, existem movimentos e ONGs que não deveriam sair do chão das AACDs e APAEs da vida, porque essas pessoas são pobres de conhecimento e são pobres de causa. Como posso apoiar pessoas que estão prejudicando mais do que ajudam? Como posso me aliar com instituições que nos prendem e nos alienam para não querer que tenhamos uma vida? Talvez, a estupidez tenha chegado ao nosso segmento porque ele tem a tendencia de ingerir essas imagens de porquinha Peppa e achar tudo muito lindo, mas a coisa não está linda e o nosso futuro é atrás das grades das AACDs e as APAEs da vida. Nada contra a APAE que faz um ótimo trabalho – não posso dizer o mesmo da outra que pede dinheiro, mas não tem um raio X para fazer um exame, meu pé que o diga da operação errada – mas tenho mil coisas contra essa gente que adora ver a realidade como um mundo encantado de Bob. Quem não se lembra desse desenho? Quando Bob fazia seu próprio mundo de ouvi seus pais falarem, é o que acontece com o segmento, inventam um “mundo” que não existe e nunca vai existir. Porque não estuda. Porque não luta. Porque não faz nada. São todos NADA.
Pronto! Bati a “carne” e agora vou fazer meu “bife”. O “tio” vai explicar uma coisa, que a sociedade tem uma coisa chamada moral e outra chamada ética e não tem só a ver em roubar ou não o governo, mas todas as nossas atitudes dentro da sociedade. Existe um bonde desgovernado e 5 operários estão na linha do bonde, mas existe um desvio e esse desvio tem uma pessoa. Qual caminho temos que seguir? Sera que matar uma pessoa é melhor do que 5 pessoas? Existe um ponto moral que “lateja” dentro da nossa cabeça que fomos educados a nunca matar, temos um ponto ético que é um problema lógico, que matar uma pessoa seria melhor do que matar 5 pessoas. Não é isso que acontece dentro de instituições governamentais que existem, pasmo só de pensar, fazem quando é atendimento? É muito melhor atender um Teleton, no caso do ATENDE, do que atender movimentos sociais, ou seja, a ética foi pro ralo de vez. Outro exemplo é quando vão comprar aparelhos ortopédicos e cadeiras de rodas, é muito melhor comprar o mais barato do que obedecer a fila que está um processo. Não somos um povo ético e essa lenda que somos um povo cortes não é verdade, somos um povo imoral e antiético, matamos muito mais do que os norte-americanos mataram na guerra do Iraque e estamos num ponto de querer devolver o Brasil para os índios.
Isso é utilitarista (que visa o bem da maioria sacrificando poucos), e com isso, ficamos uma sociedade pratica e muito menos justa. Nisso eu sou categórico (que parte da premissa que todos os homens são iguais e todos devem se colocar na pele do outro), ou seja, se existe uma lei que o transporte é para todos, então, esse transporte tem que ser para TODOS. Se existe uma fila de aparelhos e cadeira de rodas, tem que seguir a fila e não comprar o mais barato, pois vamos rodar em uma mesma situação sempre. O judiciário tem que julgar como manda a lei, não a intenção do criminoso. Deveríamos ser muito mais kantianos do que utilitaristas em questões como esta – como sempre somos sempre o que interessa – porque isso dificulta o processo de justiça e respeitar a lei e não me interessa se é viável ou não, se tem recurso ou não, pois o Brasil não é pobre, ele é mal administrado e mal educado no sentido de não dá educação verdadeira para seu povo. Você não acaba com a miséria dando dinheiro para a pessoa, porque tudo que sei ele tem que entrar de algum modo e qualquer um que entende o básico de economia sabe disso, mas dá condições para a própria pessoa sair daquela situação degradante que ela se encontra. Por isso que Aristóteles – isso foi a uns dois mil e trezentos anos atrás, pasmem – dizia que é muito melhor dar emprego aos deficientes, do que o governo querer sustentar esses deficientes. Ou seja, não interessa se o cara é deficiente ou não, tem que ser garantido o direito dele trabalhar e dar sustento para si e para os seus. O que ocorre que somos governados pelos empresários, os mesmos coronéis que escravizam o sul e o nordeste, os que não dão emprego as pessoas com deficiência e tem um serio problema do vernáculo pátrio de nossa nação.
Um exemplo clássico é a péssima mania empresarial brasileira chamar uma educação profissional de “qualificação” profissional, que mostra a tamanha ignorância dentro da educação escolar do nosso povo que vai de A até B. Qualificar é dá a qualidade de algo, ou seja, segundo o que consta, publicitário é uma condição que tenho por estudar publicidade e não uma qualidade de ser publicitário. Posso até dizer que SOU publicitário, mas nunca que a publicidade me pertence como algo meu, como algo que está no meu ser, pois se não seguir a profissão de publicitário não fará diferença dentro da minha vida. O que SOU é deficiente por ter acidentalmente ou não, faltado oxigênio no parto quando nasci, porque é uma condição que me é evidente. O que passa mais perto do que posso pensar e analisar – sim adoro criticar como Kant o fez sempre – é que não temos a condição ou qualificação física para tal emprego e quando escrevem os requisitos para o tal emprego (que são ridículas), eles colocam qualificação profissional querendo dizer qualificação física. Ou seja, se você não andar, não falar bem, não enxergar bem, não ter uma boa aparência, esquece. Como sei que o pessoal não quer saber de estudar, não quer saber de progredir, não quer saber de fazer da vida muito melhor, então, nem vão entender os pré-requisitos do emprego.
Se temos os empresários que tem condições de uma educação exemplar e não sabem que qualificar é dar qualidade à algo, imagine o que fazem com o termo deficiência que a pouco tempo, os “politicamente corretos”, mudaram deficiente para pessoa com deficiência que sou totalmente contra. Quem realmente estuda sabe que deficiência vem do latim – aliás a maioria dos nossos termos vem do latim e do grego – deficientia que é uma falta, uma lacuna de algo que não se tem. Por exemplo, certos políticos tem deficiência de caráter (ética), temos uma deficiência de conduta de igualdade no Teleton no transporte, temos deficiência no controle de compra de aparelho ortopédico, ou seja, tudo que falta tem uma deficiência por causa do sufixo DE no eficiência que dá uma condição de negação. Mas também tem o significado de imperfeição e insuficiência, porque na visão geral (senso comum) somos imperfeitos e insuficientes dentro de condutas como trabalho e como vida cotidiana. Para nossa sociedade – que não mudou do período europeu medieval – continuamos pessoas imperfeitas e insuficientes que não sabem fazer nada e não sabem NADA e pelo que ando lendo no Facebook, eles não estão longe de ter razão.
Concluindo. Isso é uma analise, o que você faz da sua vida é problema só seu, eu estou sempre estudando, estou montando um livro de ideias (eidos), estou estudando grego, estou estudando teologia, lendo livro linguístico e editando o livro do meu amor. Ou seja, se você não quer ser nada ótimo, eu quero crescer, quero ser alguém na vida e não perder tempo em ficar no Facebook falando asneiras ou tirando foto pensando que está “sensualizando”, não está, está sendo ridículo em pousar sem camisa, pousar exercitando, ter um sorriso falso de gentinha que gosta de porquinha Peppa, que para mim, é o desenho mais feio da historia da humanidade. Como disse Kant um dia “sapere audi”, ouse saber!
Amauri Nolasco Sanches Junior, 39, publicitário, TI e filósofo/escritor.
O problema da inclusão – do latim (includere) que quer dizer “fechar em, inserir, rodear” de IN + CLADERE (fechar) – é que a nossa língua (vernáculo pátrio) é difícil e ao mesmo tempo, pobre e vagabunda. Pois se você quer incluir as pessoas com deficiência dentro da sociedade, temos que presumir que nós (pessoas com deficiência) estamos fora dessa sociedade, coisa que não acontece. Ou nascemos no meio do deserto do Saara? Ou nascemos no meio da floresta amazônica? Acredito que não devemos lutar por uma inclusão, mas a retomada dos nossos direitos que já são poucos, já não são atendidos, ainda sim, as pessoas confundem termos. Como vimos, o termo inclusão quer dizer inserir, mas ao mesmo tempo, inclusão também quer dizer fechar. Não é o que vimos dentro dos grupos de Facebook e afins? Redes sociais que se fecham e fazem da inclusão algo, fechado, sem possibilidade de argumentação dai não existe nem debate e nem um debate maduro. Outro aspecto é como esse debate é debatido num segmento que seus membros concorrem com eles mesmos e todos eles querem ser o líder, os “paladinos” querem lutar para promoverem seus nomes e ainda ganharem dinheiro, ainda temos que aguentar um total show de horrores porque todos querem ser “misses” e “misters” universo.
Mas quero destacar dois tipos de pessoas dentro de segmento, que a grosso modo, atrapalham todo um processo da velha geração e da intermediaria, que foi jogado ladrilha (vulgo privada) abaixo graças a esse tipo de “palhaçada” que venho observando nesses últimos tempos.
Primeiro, existe aquela pessoa que se faz de boazinha e de vitima ao mesmo tempo para comover os demais, mas que na verdade, tem uma vaidade muito monstruosa em querer sempre salientar que está ali para ser o herói ou a heroína e deixa os assuntos pessoais de lado. O nosso povo que tem uma educação medievalista – aquela que acreditam em cavaleiros que salvam as princesas – adoram esse tipo de sujeito, que finge ser pano de chão na cozinha do MacDonald (algo bem novela mexicana por causa do nosso sangue latino seboso), mas acho um tédio e de nada agrega ao segmento das pessoas com deficiência. Somos agraciados com esse tipo de pessoa que defende tal instituição, mas esse mesma instituição, não faz nada. Que na verdade os movimentos verdadeiros que são como o titã Atlas que segura o mundo, que fazem alguma coisa e isso quando esses movimentos podem fazer alguma coisa, quando esses pessoas “boazinhas” e suas instituições infalíveis, deixam fazer.
Segundo, são aquelas pessoas indiferentes que não querem saber de nada, que se puder, fazem seus blogues (ganham muito bem para isso), tem uma renda razoável fazendo qualquer porcaria e tem uma vida miserável e infeliz parado em sua casa. O que essa pessoa faz só a divindade pode saber para ter tanta paciência de não ser absolutamente, nada. É aquele tipo de pessoa que se o Holocausto fosse hoje, a Gestapo batesse em sua porta, ele iria atender rindo e seria morto com um sorriso nos lábios de tanta alienação tem na cabeça desse sujeito.
Parafraseando o filósofo Pondé, existem movimentos e ONGs que não deveriam sair do chão das AACDs e APAEs da vida, porque essas pessoas são pobres de conhecimento e são pobres de causa. Como posso apoiar pessoas que estão prejudicando mais do que ajudam? Como posso me aliar com instituições que nos prendem e nos alienam para não querer que tenhamos uma vida? Talvez, a estupidez tenha chegado ao nosso segmento porque ele tem a tendencia de ingerir essas imagens de porquinha Peppa e achar tudo muito lindo, mas a coisa não está linda e o nosso futuro é atrás das grades das AACDs e as APAEs da vida. Nada contra a APAE que faz um ótimo trabalho – não posso dizer o mesmo da outra que pede dinheiro, mas não tem um raio X para fazer um exame, meu pé que o diga da operação errada – mas tenho mil coisas contra essa gente que adora ver a realidade como um mundo encantado de Bob. Quem não se lembra desse desenho? Quando Bob fazia seu próprio mundo de ouvi seus pais falarem, é o que acontece com o segmento, inventam um “mundo” que não existe e nunca vai existir. Porque não estuda. Porque não luta. Porque não faz nada. São todos NADA.
Pronto! Bati a “carne” e agora vou fazer meu “bife”. O “tio” vai explicar uma coisa, que a sociedade tem uma coisa chamada moral e outra chamada ética e não tem só a ver em roubar ou não o governo, mas todas as nossas atitudes dentro da sociedade. Existe um bonde desgovernado e 5 operários estão na linha do bonde, mas existe um desvio e esse desvio tem uma pessoa. Qual caminho temos que seguir? Sera que matar uma pessoa é melhor do que 5 pessoas? Existe um ponto moral que “lateja” dentro da nossa cabeça que fomos educados a nunca matar, temos um ponto ético que é um problema lógico, que matar uma pessoa seria melhor do que matar 5 pessoas. Não é isso que acontece dentro de instituições governamentais que existem, pasmo só de pensar, fazem quando é atendimento? É muito melhor atender um Teleton, no caso do ATENDE, do que atender movimentos sociais, ou seja, a ética foi pro ralo de vez. Outro exemplo é quando vão comprar aparelhos ortopédicos e cadeiras de rodas, é muito melhor comprar o mais barato do que obedecer a fila que está um processo. Não somos um povo ético e essa lenda que somos um povo cortes não é verdade, somos um povo imoral e antiético, matamos muito mais do que os norte-americanos mataram na guerra do Iraque e estamos num ponto de querer devolver o Brasil para os índios.
Isso é utilitarista (que visa o bem da maioria sacrificando poucos), e com isso, ficamos uma sociedade pratica e muito menos justa. Nisso eu sou categórico (que parte da premissa que todos os homens são iguais e todos devem se colocar na pele do outro), ou seja, se existe uma lei que o transporte é para todos, então, esse transporte tem que ser para TODOS. Se existe uma fila de aparelhos e cadeira de rodas, tem que seguir a fila e não comprar o mais barato, pois vamos rodar em uma mesma situação sempre. O judiciário tem que julgar como manda a lei, não a intenção do criminoso. Deveríamos ser muito mais kantianos do que utilitaristas em questões como esta – como sempre somos sempre o que interessa – porque isso dificulta o processo de justiça e respeitar a lei e não me interessa se é viável ou não, se tem recurso ou não, pois o Brasil não é pobre, ele é mal administrado e mal educado no sentido de não dá educação verdadeira para seu povo. Você não acaba com a miséria dando dinheiro para a pessoa, porque tudo que sei ele tem que entrar de algum modo e qualquer um que entende o básico de economia sabe disso, mas dá condições para a própria pessoa sair daquela situação degradante que ela se encontra. Por isso que Aristóteles – isso foi a uns dois mil e trezentos anos atrás, pasmem – dizia que é muito melhor dar emprego aos deficientes, do que o governo querer sustentar esses deficientes. Ou seja, não interessa se o cara é deficiente ou não, tem que ser garantido o direito dele trabalhar e dar sustento para si e para os seus. O que ocorre que somos governados pelos empresários, os mesmos coronéis que escravizam o sul e o nordeste, os que não dão emprego as pessoas com deficiência e tem um serio problema do vernáculo pátrio de nossa nação.
Um exemplo clássico é a péssima mania empresarial brasileira chamar uma educação profissional de “qualificação” profissional, que mostra a tamanha ignorância dentro da educação escolar do nosso povo que vai de A até B. Qualificar é dá a qualidade de algo, ou seja, segundo o que consta, publicitário é uma condição que tenho por estudar publicidade e não uma qualidade de ser publicitário. Posso até dizer que SOU publicitário, mas nunca que a publicidade me pertence como algo meu, como algo que está no meu ser, pois se não seguir a profissão de publicitário não fará diferença dentro da minha vida. O que SOU é deficiente por ter acidentalmente ou não, faltado oxigênio no parto quando nasci, porque é uma condição que me é evidente. O que passa mais perto do que posso pensar e analisar – sim adoro criticar como Kant o fez sempre – é que não temos a condição ou qualificação física para tal emprego e quando escrevem os requisitos para o tal emprego (que são ridículas), eles colocam qualificação profissional querendo dizer qualificação física. Ou seja, se você não andar, não falar bem, não enxergar bem, não ter uma boa aparência, esquece. Como sei que o pessoal não quer saber de estudar, não quer saber de progredir, não quer saber de fazer da vida muito melhor, então, nem vão entender os pré-requisitos do emprego.
Se temos os empresários que tem condições de uma educação exemplar e não sabem que qualificar é dar qualidade à algo, imagine o que fazem com o termo deficiência que a pouco tempo, os “politicamente corretos”, mudaram deficiente para pessoa com deficiência que sou totalmente contra. Quem realmente estuda sabe que deficiência vem do latim – aliás a maioria dos nossos termos vem do latim e do grego – deficientia que é uma falta, uma lacuna de algo que não se tem. Por exemplo, certos políticos tem deficiência de caráter (ética), temos uma deficiência de conduta de igualdade no Teleton no transporte, temos deficiência no controle de compra de aparelho ortopédico, ou seja, tudo que falta tem uma deficiência por causa do sufixo DE no eficiência que dá uma condição de negação. Mas também tem o significado de imperfeição e insuficiência, porque na visão geral (senso comum) somos imperfeitos e insuficientes dentro de condutas como trabalho e como vida cotidiana. Para nossa sociedade – que não mudou do período europeu medieval – continuamos pessoas imperfeitas e insuficientes que não sabem fazer nada e não sabem NADA e pelo que ando lendo no Facebook, eles não estão longe de ter razão.
Concluindo. Isso é uma analise, o que você faz da sua vida é problema só seu, eu estou sempre estudando, estou montando um livro de ideias (eidos), estou estudando grego, estou estudando teologia, lendo livro linguístico e editando o livro do meu amor. Ou seja, se você não quer ser nada ótimo, eu quero crescer, quero ser alguém na vida e não perder tempo em ficar no Facebook falando asneiras ou tirando foto pensando que está “sensualizando”, não está, está sendo ridículo em pousar sem camisa, pousar exercitando, ter um sorriso falso de gentinha que gosta de porquinha Peppa, que para mim, é o desenho mais feio da historia da humanidade. Como disse Kant um dia “sapere audi”, ouse saber!
Amauri Nolasco Sanches Junior, 39, publicitário, TI e filósofo/escritor.
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