Publicado por: Amauri Nolasco Sanches Junior e Marley Cristina Felix Rodrigues | 10 de julho de 2013

Inclusão, onde está você minha filha!?

o simbolo da acessibilidade com uma carteira profissional

Por Amauri Nolasco Sanches Junior

 

 

Oportunidade para Redator Jr. Vaga Exclusiva para Profissional com Deficiência. Local de atuação em São Paulo/SP.

 

Principais Responsabilidades:

Será responsável por produção de resenhas para títulos vendidos no iba (revistas, livros e jornais); busca de resenhas já publicadas em títulos da Abril e publicação dessas resenhas no site do iba; produção de textos para banners, e-mails e outras peças publicitárias do iba; produção de posts para os perfis do iba nas redes sociais.

Pré-Requisitos:

Boa redação, domínio da língua portuguesa, experiência prévia em produção de texto (seja numa redação ou numa empresa/ agência de publicidade). Ser usuário de redes sociais e gostar de ler (livros, revistas e/ou jornais). Superior completo. Inglês intermediário. Pacote Office avançado. Será considerado diferencial, ter experiência prévia no digital (profissional e pessoal); boa bagagem cultural (bom repertório de obras, autores, revistas). Local de trabalho: São Paulo região de Pinheiros, ao lado do metro e estação de trem. Horário de trabalho: De segunda-feira a sexta-feira a combinar.

Temos total acessibilidade para Cadeirantes.

Currículo e laudo para tereza.silva@abril.com.br. Inicio imediato.

 

O anuncio que vocês estão lendo acima é um anuncio que li em um grupo do Facebook, acho que nossa reivindicação por emprego não está surtindo efeito. Por que devo ter que provar que sou deficiente, mandando um laudo medico para lá? Não vejo nenhum negro apresentar um exame de DNA para provar que descende de negro, não vejo nenhum homossexual fazer exame psicossocial para provar sua homossexualidade. Então não vejo razão nenhuma de darmos um atestado de deficiência para trabalharmos e varias empresas ainda insistem nesse tipo de dinâmica no RH.

Alias no que diz respeito no RH, há um estudo que nem sempre quem trabalha nessa área sabe avaliar as pessoas com deficiência como se deve e como profissional. Infelizmente, ainda hoje, conta muito a aparência física e isso atrapalha o profissional não sabe avaliar o que o deficiente pode realizar profissionalmente. Se o cara for cadeirante, mas realiza seu trabalho muito melhor do que uma pessoa que não é? É um julgamento desnecessários que muitos deficientes sofrem porque há um preconceito velado e uma discriminação declarada, quando um cadeirante é dispensado e uma pessoa com deficiência leve é contratada.

Onde fica os órgãos públicos nesse caso?

uniãoPCDs

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